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Homenagem

Àqueles que assistiram (os que não assistiram, lamento, mas não sei se tenho mais), resolvi indagar uma velha conhecida sobre velhos assuntos. Eis o resultado...

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tbd::quila

Direto de Vila Velha, vizinha continental de Vitória, no Espirito Santo, mas eu prefiro chamar de Praia de Minas (e que praias), estou atualizando o album. Sexta-feira decidi que precisava pegar uma praia, enfrentei os percalços (Ouro Preto é um dos poucos lugares onde a Itapemirim não vende passagem nem por internet, nem por telefone, restava comprar a passagem no guichê com atendentes tão simpáticas quanto o trem para Itaquaquecetuba e tão inteligentes quanto) e vim parar na praia (claro que não fui comprar a passagem no guichê, deleguei à Dani a gloriosa missão).
Mas como não poderia ser tão fácil, ao chegar, descobri que o hostel onde me hospedaria deixou de existir (nota mental: não confiar no site da Hostelling International), e acabei indo parar num pulgueiro -- literalmente. Acabamos sendo expulsos pelos hóspedes cativos -- as pulgas -- e lá por três horas da matina achei um hotelzinho standart, daqueles que tem travesseiros macios, roupas de cama limpas e internet no quarto.
Ok, ok. Só com cerveja para acalmar os ânimos. Lembro-me que recorri à tequila, semana passada, com a mesma finalidade, depois da prova CPA10 da Anbid (que não estudei e não passei por 2 questões)...

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novas!

Acabo de voltar da fogueira.
Novos albuns: Pira e Yaksha.
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dog's::life

As coisas não são lá sempre tão fáceis como imaginei. De qualquer forma, eu não tinha imaginado nada mesmo =). Já para o Yaksha as coisas andam melhor: ganhou uma coxa que, apesar de falsa, parecia um tanto saborosa -- ao menos até ele enterrá-la no meio de um monte de folhas ao fundo do quintal.
Ao chegar em Ouro Preto comprei um cachorro. Tentei comprar um cão -- como diria meu tio, cão é pastor, o resto é cachorro -- mas não tive muita sorte. O Yaksha ao menos tinha um bom temperamento: indócil, não chegado a latir nem tampouco a carinhos. Eu me sento no meu divã na sala e ele fica no quintal, e estamos bem assim. De vez em quando nos encontramos, dou comida para ele e afago um pouco sua cabeça. Simples assim.
Quem conhece o chow-chow sabe que não é lá uma raça muito chegada a afetividades. Se quer carinho, pede, recebe na medida que quer e volta para seu lugar. O Yaksha, no entanto, é um pouco mais sociável que o normal, talvez por conta da outra filhote que, produto da generosidade infinita da Dani que resolveu acolhê-la sob o MEU teto, tornou-o mais chegado a brincadeiras e contatos.
Também tive que submetê-lo a um tratamento de choque para que ele entendesse que eu sou o chefe de matilha. Depois de deixá-lo 12 horas sem comer, passei a serví-lo -- só eu mesmo -- nos horários certos, sempre três vezes ao dia, deixando claro que era eu quem lhe faria ser alimentado.
Arestas devidamente aparadas, hoje tenho um cachorro quase cão. O único percalço é que ele é tão bom para cão de guarda quanto um vaso de rosas. Fora isso, ele já sabe que seu lugar é no quintal e lá se mantem, mesmo que eu deixe a porta aberta. Não late. Posso dar comida na boca que ele não vai morder. E está aprendendo aos poucos a passear na rua.
Já disse um cara que homens não são chegados a relacionamentos duradouros, e por isso o cão é o melhor amigo do homem: dura no máximo 15 anos. Grande cara, esse Yaksha. Preciso ensinar ele a limpar a casa e pegar cerveja na geladeira.



A tempo: Yaksha, do sânscrito यक्, espiritos da floresta, habitam na terra ou nas raízes, também associados a demônios da floresta. No Budismo, diz-se serem os guardiões do Buda da Medicina. Mais? Ask to google!
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Relações Espinhosas

Marco e o Cactus, filmado ontem no famoso Bar da Wanda.
Tarde com buenas cervezas, caipirinhas auspiciosas, e participação especial do Yaksha, no bar -- o famoso bar.


(...)
Marco: Eu e Cactus
Dani : Cactus, não dá, você traiu, machucou
Marco: Nossa!
Dani : Caiu, se enfia!
Marco: Você viu do que ele é capaz, né?
Dani : Você viu, deu uma pegada legal na sua perna.
TBD : Marco, fala mais sobre esse caso com o Cactus, esse sentimento que surgiu...
Marco: Isso eu conto só pra você, (...) intimo caso, o viado tá filmando!
Dani : Pode contar seu caso...
Marco: Eu sou um túmulo!
(risadas)
Marco: Não posso colocar o nome do pessoal na banca, não...
Dani : Conta, conta.
(pausa)
TBD : Ô Marco, agora que você já tem um vídeo publicado na internet, no Youtube, ontem, dizendo para a Dani montar no cavalinho (risos da Dani ao fundo), e colocando este sentimento muito forte que surgiu entre você e esse vegetal, que tem essas características (...)
Marco: (interrompe) não sei porquê mas eu tenho uma atração por vegetais.
(risadas)
TBD : Sei lá...
Marco: Adoro pessoas com uma cor verde.
TBD : Vou entrevistá-lo. (ajeita-se) Dá uma cerveja.
Marco: Nunca vi um entrevistador que chapa.
TBD : Marco, com relação ao Cactus, porque assim, o que eu gosto muito é da sinceridade que você coloca nesse sentimento, quer dizer, você está deixando cigarros e cigarros, que é uma coisa que torna o Cactus mais cosmopólita...
Marco: Não. (...) viciado ele já é.
TBD : Entendi. Agora... Você acha que vocês tem futuro?
Marco: Olha... Eu fico preocupado com a terceira geração...
(risadas)

 
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